Se eu fosse um mês, eu seria: janeiro.
Se eu fosse um dia da semana: sexta.
Se eu fosse uma hora do dia: 20:00hs.
Se eu fosse um planeta: vênus.
Se eu fosse uma direção: pra cima.
Se eu fosse um móvel: escrivaninha.
Se eu fosse um líquido: água.
Se eu fosse um suco: abacaxi.
Se eu fosse um pecado: luxúria.
Se eu fosse uma pedra: granito.
Se eu fosse uma árvore: eucalipto...
Se eu fosse uma fruta: pêssego.
Se eu fosse uma flor: lírio.
Se eu fosse um clima: calor intenso.
Se eu fosse um instrumento musical: violino
Se eu fosse um elemento: fogo.
Se eu fosse uma cor: azul.
Se eu fosse um bicho: gato.
Se eu fosse um som: do trovão!!!
Se eu fosse uma música: olha prá mim - luciana mello
Se eu fosse um estilo musical: pop brasileiro
Se eu fosse um sentimento: saudade.
Se eu fosse um livro: amadora – ana ferreira..
Se eu fosse uma comida: lasanha.
Se eu fosse um lugar: uma ilha.
Se eu fosse um gosto: exótico
Se eu fosse um cheiro: salvador dali.
Se eu fosse uma palavra: honra.
Se eu fosse um verbo: respeitar.
Se eu fosse um objeto: lousa de sala de aula.
Se eu fosse uma parte do corpo: os olhos.
Se eu fosse uma expressão facial: suspense
Se eu fosse um personagem de desenho animado: a pequena sereia
Se eu fosse um filme: um lugar chamado nothing hill.
Se eu fosse uma forma: losango azul
Se eu fosse um número: 13
Se eu fosse uma estação: primavera.
Se eu fosse uma frase: "porque um dia temos que tirar os planos das gavetas, e de alguma forma, começar!"
27 fevereiro 2006
13 fevereiro 2006
Joguinho
Comida: Japonesa, Italiana e Brasileira
Uma coisa que falta no seu currículo: ir à Espanha.
Novela: Que Rei Sou Eu?
Cartunista: Ziraldo
Carro: Econômico
Paraíso: viajar 3 vezes ao ano, duas pra Europa e uma pra algum lugar exótico
Flor/árvore: Margarida ou Lírio
Luxo: Perfume importado de liquído lilás
LushAnimal: gato
Poeta: vários... Neruda, Pessoa, Drummond, Florbela, Yeats, Baudelaire...
Sabonete: Pessêgo
Pasta de dente: Eucalipto
Uma pessoa: Ghandi
Homem elegante: Nicolas Cage
Mulher elegante: Ana Hickman
Ator: Nicolas Cage
Ritmo: o meu
O que nunca comeria: enguia
Mania: várias
Medo: vários
Sentimento predileto: alegria/felicidade/satisfação
Tirinha: Garfield
Seriado: Não lembro nenhum agora
Programa de tevê: Ahnnnn não gosto de TV, mas vamos lá: Documentários
Livro: As Valkírias/Paulo Coelho (pode não ser o melhor, mas foi o que mais me marcou)
Roupa preferida: as de verão
Casal (público) perfeito: Tarcísio e Glória
Frase: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é."
Cd: os que gravo
Cantora: Elias
Atriz: Nicole Kidman
Música: O que será (a flor da pele) Chico e Milton
Filme: Um lugar chamado Nothing Hill
Bebida: Vinho Tinto Suave
Pior defeito num homem/mulher: despeito/inveja
Gravação preferida: Como nossos pais (Elis)
Maior qualidade num homem/mulher: coragem
O que é moderno: o que reinventamos
O que não é: o que descartamos
Mulher bonita: Drew Barrymore
Homem bonito: meu namô
Lugar onde gostaria de morar que eu conheço: Uma praia no litoral norte
Lugar onde gostaria de morar que eu não conheço: Madrid
Filosofia de vida: Viver um dia de cada vez.
Uma coisa que falta no seu currículo: ir à Espanha.
Novela: Que Rei Sou Eu?
Cartunista: Ziraldo
Carro: Econômico
Paraíso: viajar 3 vezes ao ano, duas pra Europa e uma pra algum lugar exótico
Flor/árvore: Margarida ou Lírio
Luxo: Perfume importado de liquído lilás
LushAnimal: gato
Poeta: vários... Neruda, Pessoa, Drummond, Florbela, Yeats, Baudelaire...
Sabonete: Pessêgo
Pasta de dente: Eucalipto
Uma pessoa: Ghandi
Homem elegante: Nicolas Cage
Mulher elegante: Ana Hickman
Ator: Nicolas Cage
Ritmo: o meu
O que nunca comeria: enguia
Mania: várias
Medo: vários
Sentimento predileto: alegria/felicidade/satisfação
Tirinha: Garfield
Seriado: Não lembro nenhum agora
Programa de tevê: Ahnnnn não gosto de TV, mas vamos lá: Documentários
Livro: As Valkírias/Paulo Coelho (pode não ser o melhor, mas foi o que mais me marcou)
Roupa preferida: as de verão
Casal (público) perfeito: Tarcísio e Glória
Frase: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é."
Cd: os que gravo
Cantora: Elias
Atriz: Nicole Kidman
Música: O que será (a flor da pele) Chico e Milton
Filme: Um lugar chamado Nothing Hill
Bebida: Vinho Tinto Suave
Pior defeito num homem/mulher: despeito/inveja
Gravação preferida: Como nossos pais (Elis)
Maior qualidade num homem/mulher: coragem
O que é moderno: o que reinventamos
O que não é: o que descartamos
Mulher bonita: Drew Barrymore
Homem bonito: meu namô
Lugar onde gostaria de morar que eu conheço: Uma praia no litoral norte
Lugar onde gostaria de morar que eu não conheço: Madrid
Filosofia de vida: Viver um dia de cada vez.
09 fevereiro 2006
Tudo por nada...
Você pode mostrar ou fazer inúmeras coisas para provar o que quer que seja;
porém basta uma (única!) atitude para fazer com que tudo caia por terra...
Não quero falar disso, pelo menos não por enquanto.
*post editado às 11:35am
Quando era pequena e tinha o péssimo hábito de querer crescer logo, minha mãe já me dizia que ser "gente grande" é uma merda. Obviamente, embasada por toda aquela sabedoria infantil, eu duvidava.
Besta! Mula! Anta!
Crescer é realmente uma merda! Hoje vivo tão estressada com contas à pagar, exames à fazer, casa para cuidar, que qualquer porcariazinha vira um aborrecimento enorme.
Odeio quando espero uma coisa, que teoricamente estava confirmada, e esta coisa não acontece. Odeio depender de terceiros para fazer o que quero e tenho que fazer. Já não suporto a idéia de deixar algo para amanhã.
Me sinto correndo contra o tempo. Simplesmente me perdi de mim mesma. Quer dizer, perdi o "mim mesma" que sabia relaxar, se desligar dos problemas, adiar os aborrecimentos, jogar tudo para o alto.
Se alguém encontrar esse "mim mesma" por aí, curtindo a vida com óculos escuros, sandália havaiana, túnica de seda e chapelão de sol, por favor me avise.
Vcs acreditam que ontem, enquanto fazia um trabalho, me peguei pensando que só restam alguns meses para minha vida mudar completamente, e que cheguei a admitir(apenas por um momento de total colapso)a mim mesma que vou sentir falta de algumas coisas??? Isso é definitivamente um sintoma de surto!
Pois é, a coisa vai de mal a pior. Principalmente porque crescer não tem volta.
Isso significa que terei ainda alguns meses pela frente para tentar recuperar a minha sanidade ou a minha loucura. Tentarei postar algum dia desses e visitar os amigos, mas não prometo nada. Tenho incensos, velas, cálice, espada, lua cheia, noite estrelada, poucos amigos queridos, um grande amor e muito mais me esperando.
P.S.: Eu precisava falar um pouco de mim, não adianta eu brigar com minha intelectualidade!
Um beijo a todos e até...
bem... até qualquer dia.
porém basta uma (única!) atitude para fazer com que tudo caia por terra...
Não quero falar disso, pelo menos não por enquanto.
*post editado às 11:35am
Quando era pequena e tinha o péssimo hábito de querer crescer logo, minha mãe já me dizia que ser "gente grande" é uma merda. Obviamente, embasada por toda aquela sabedoria infantil, eu duvidava.
Besta! Mula! Anta!
Crescer é realmente uma merda! Hoje vivo tão estressada com contas à pagar, exames à fazer, casa para cuidar, que qualquer porcariazinha vira um aborrecimento enorme.
Odeio quando espero uma coisa, que teoricamente estava confirmada, e esta coisa não acontece. Odeio depender de terceiros para fazer o que quero e tenho que fazer. Já não suporto a idéia de deixar algo para amanhã.
Me sinto correndo contra o tempo. Simplesmente me perdi de mim mesma. Quer dizer, perdi o "mim mesma" que sabia relaxar, se desligar dos problemas, adiar os aborrecimentos, jogar tudo para o alto.
Se alguém encontrar esse "mim mesma" por aí, curtindo a vida com óculos escuros, sandália havaiana, túnica de seda e chapelão de sol, por favor me avise.
Vcs acreditam que ontem, enquanto fazia um trabalho, me peguei pensando que só restam alguns meses para minha vida mudar completamente, e que cheguei a admitir(apenas por um momento de total colapso)a mim mesma que vou sentir falta de algumas coisas??? Isso é definitivamente um sintoma de surto!
Pois é, a coisa vai de mal a pior. Principalmente porque crescer não tem volta.
Isso significa que terei ainda alguns meses pela frente para tentar recuperar a minha sanidade ou a minha loucura. Tentarei postar algum dia desses e visitar os amigos, mas não prometo nada. Tenho incensos, velas, cálice, espada, lua cheia, noite estrelada, poucos amigos queridos, um grande amor e muito mais me esperando.
P.S.: Eu precisava falar um pouco de mim, não adianta eu brigar com minha intelectualidade!
Um beijo a todos e até...
bem... até qualquer dia.
06 fevereiro 2006
Senta que lá vem história (ou não...)
Bom, dando bola para a reclamação de algumas pessoas (rsss), que com certeza tem outros seguidores, resolvi escrever. Mas antes de mais nada, não é um desabafo, nem uma letra de música, é uma poesia de Estranhos no Paraíso (e daí?Dane-se!).
Eu tenho milhões de idéias para escrever aqui... O problema (ou não) na verdade são muitos... As vezes eu penso em escrever sobre minhas opiniões sobre a (triste) política atual do país, ou falar dos últimos filmes que vi, ou sobre música, ou minha opinião sobre os movimentos culturais, etc etc...
E na maioria das vezes eu quero escrever sobre meus sentimentos. Sobre estar com raiva de fulano ou beltrano, sobre estar apaixonado, sobre ter discutido com alguém, sobre querer pegar alguém e retirar do planeta Terra, sobre querer que alguém fosse diferente...
Mas aí eu sempre esbarro na questão da discrição, não é legal segundo a "netiqueta" falar de alguém dessa forma... As vezes eu tento falar disso através de metáforas, ou escrevendo coisas que pelo menos eu vou saber do que se trata daqui alguns meses, mas na maioria das vezes eu marco esses momentos com uma letra de música ou um texto que não é meu.
Na verdade, na verdade, uma bobagem gigante tudo isso, o problema é que devido as minhas crises de auto-estima, eu fico com medo de escrever sobre essas coisas sem ser de forma direta, e parecer pretensiosa, ou repetitiva, ou imatura, ou qualquer coisa parecida...
Aí o post acaba ficando pra lá, aí eu não falo do campeonato brasileiro, das CPIs, dos atentados, de terapias holísticas, dos sonhos, do Harry Potter novo, e tantas outras coisas que passam pela minha cabeça...
Mas é basicamente isso... Eu penso em escrever sobre muitas coisas, e acabo na maioria das vezes falando de nenhuma... Por que eu me cobro escrever algo que preste, e acabo ficando com medo do que vai estar aqui.
Como mudar isso? Sei lá... Talvez no mínimo falando do problema... Quem sabe isso ajuda ;)
Eu tenho milhões de idéias para escrever aqui... O problema (ou não) na verdade são muitos... As vezes eu penso em escrever sobre minhas opiniões sobre a (triste) política atual do país, ou falar dos últimos filmes que vi, ou sobre música, ou minha opinião sobre os movimentos culturais, etc etc...
E na maioria das vezes eu quero escrever sobre meus sentimentos. Sobre estar com raiva de fulano ou beltrano, sobre estar apaixonado, sobre ter discutido com alguém, sobre querer pegar alguém e retirar do planeta Terra, sobre querer que alguém fosse diferente...
Mas aí eu sempre esbarro na questão da discrição, não é legal segundo a "netiqueta" falar de alguém dessa forma... As vezes eu tento falar disso através de metáforas, ou escrevendo coisas que pelo menos eu vou saber do que se trata daqui alguns meses, mas na maioria das vezes eu marco esses momentos com uma letra de música ou um texto que não é meu.
Na verdade, na verdade, uma bobagem gigante tudo isso, o problema é que devido as minhas crises de auto-estima, eu fico com medo de escrever sobre essas coisas sem ser de forma direta, e parecer pretensiosa, ou repetitiva, ou imatura, ou qualquer coisa parecida...
Aí o post acaba ficando pra lá, aí eu não falo do campeonato brasileiro, das CPIs, dos atentados, de terapias holísticas, dos sonhos, do Harry Potter novo, e tantas outras coisas que passam pela minha cabeça...
Mas é basicamente isso... Eu penso em escrever sobre muitas coisas, e acabo na maioria das vezes falando de nenhuma... Por que eu me cobro escrever algo que preste, e acabo ficando com medo do que vai estar aqui.
Como mudar isso? Sei lá... Talvez no mínimo falando do problema... Quem sabe isso ajuda ;)
21 janeiro 2006
E Se Um Dia
E se um dia
Eu não pudesse nunca mais te ter
Nem que eu quisesse
Aprenderia a te esquecer
Todos os dias, todas as horas vazias
Tardes e noites e madrugadas longas e vãs
Todos os domingos, todas as manhãs
Todas as cores, todos os sons
Tudo é silêncio, tudo é ausência
Tudo ilusão
E se outro dia
Eu te dissese que não quero mais
Que já não sinto o que sentia
Um tempo faz
Como seriam noites e dias
Domingos cheios de gente, cheios de festa, cheios de som
Como seriam todas as manhãs?
Quem cantaria novas canções?
Como seria tudo tão triste se fosse assim
E se um dia eu quisesse nunca mais te perder
E se um dia eu dissesse nunca vou te esquecer?
Eu não sei, eu não sei não...
Eu não pudesse nunca mais te ter
Nem que eu quisesse
Aprenderia a te esquecer
Todos os dias, todas as horas vazias
Tardes e noites e madrugadas longas e vãs
Todos os domingos, todas as manhãs
Todas as cores, todos os sons
Tudo é silêncio, tudo é ausência
Tudo ilusão
E se outro dia
Eu te dissese que não quero mais
Que já não sinto o que sentia
Um tempo faz
Como seriam noites e dias
Domingos cheios de gente, cheios de festa, cheios de som
Como seriam todas as manhãs?
Quem cantaria novas canções?
Como seria tudo tão triste se fosse assim
E se um dia eu quisesse nunca mais te perder
E se um dia eu dissesse nunca vou te esquecer?
Eu não sei, eu não sei não...
19 janeiro 2006
Pedras no Vaso
Numa aula de filosofia, o professor queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Para tanto, ele pegou um vaso de boca larga e dentro colocou, primeiramente, algumas pedras grandes. Então perguntou à classe:
- Está cheio ?
Pelo que viam, o vaso estava repleto; então os alunos, unanimemente, responderam:
- Sim !
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as pedras grandes. Então ele perguntou aos alunos:
- E agora, está cheio ?
Desta vez, alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim !
Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a derramar a areia dentro do vaso. A areia preencheu os espaços entre as pedras e os pedregulhos. E, pela terceira vez, o professor perguntou:
- Então, está cheio ?
Agora, a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim !
Finalmente, o professor pegou um jarro com água e despejou o líquido dentro do vaso. A água encharcou e saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração ?
Um jovem e "brilhante" aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa o quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá "espremer" dentro mais coisas !
- Não exatamente, respondeu o professor. O ponto é o seguinte: a menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais conseguirá colocá-las lá dentro. Vamos, experimente, disse o professor ao aluno, entregando-lhe outro vaso igual ao primeiro, com a mesma quantidade de pedras grandes, pedregulhos, areia e água. O aluno começou a experiência, colocando a água, depois a areia, depois os pedregulhos e, por último, tentou colocar as pedras grandes. Verificou, surpreso, que elas não couberam no vaso. Ele já estava repleto com as coisas menores. Então, o professor explicou para o rapaz:
- As pedras grandes são as coisas realmente importantes de sua vida: seu crescimento pessoal e espiritual. Quando você dá prioridade a isso e mantém-se aberto para o novo, as demais coisas se ajustarão por si só: seus relacionamentos, suas obrigações, profissão, seus bens e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a vida. Mas, se você preencher sua vida somente com as coisas pequenas, então aquelas que são realmente importantes nunca terão espaço em sua vida.
-----------------------------
Recomece. É uma boa sugestão. Esvazie seus vasos (mental, emocional) e comece a preenchê-los com as pedras grandes. Ainda há tempo. Ainda é tempo. Sempre é tempo.
- Está cheio ?
Pelo que viam, o vaso estava repleto; então os alunos, unanimemente, responderam:
- Sim !
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as pedras grandes. Então ele perguntou aos alunos:
- E agora, está cheio ?
Desta vez, alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim !
Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a derramar a areia dentro do vaso. A areia preencheu os espaços entre as pedras e os pedregulhos. E, pela terceira vez, o professor perguntou:
- Então, está cheio ?
Agora, a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim !
Finalmente, o professor pegou um jarro com água e despejou o líquido dentro do vaso. A água encharcou e saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração ?
Um jovem e "brilhante" aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa o quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá "espremer" dentro mais coisas !
- Não exatamente, respondeu o professor. O ponto é o seguinte: a menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais conseguirá colocá-las lá dentro. Vamos, experimente, disse o professor ao aluno, entregando-lhe outro vaso igual ao primeiro, com a mesma quantidade de pedras grandes, pedregulhos, areia e água. O aluno começou a experiência, colocando a água, depois a areia, depois os pedregulhos e, por último, tentou colocar as pedras grandes. Verificou, surpreso, que elas não couberam no vaso. Ele já estava repleto com as coisas menores. Então, o professor explicou para o rapaz:
- As pedras grandes são as coisas realmente importantes de sua vida: seu crescimento pessoal e espiritual. Quando você dá prioridade a isso e mantém-se aberto para o novo, as demais coisas se ajustarão por si só: seus relacionamentos, suas obrigações, profissão, seus bens e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a vida. Mas, se você preencher sua vida somente com as coisas pequenas, então aquelas que são realmente importantes nunca terão espaço em sua vida.
-----------------------------
Recomece. É uma boa sugestão. Esvazie seus vasos (mental, emocional) e comece a preenchê-los com as pedras grandes. Ainda há tempo. Ainda é tempo. Sempre é tempo.
12 janeiro 2006
De volta... Não sei até quando...
Estou de volta, 2006 está me induzindo a achar que o ciclo ruim vai passar logo, logo...
Tem muita coisa prá mudar, mas pouco a se fazer.
Tá complicado e eu estou completamente perdida e o mais engraçado, tenho tido medo de pensar em quaqluer coisa e por esse motivo, tenho anulado qualquer pensamento, estou bloqueando qualquer coisa que tente entrar na minha cabeça se eu sei que vai me perturbar.
Uia, logo eu conseguirei dominar meus pensamentos também...
Ano passado conheci uma menina muitissimo especial, uma menina lua, que me apresentou a um lugar com pessoas também muito especiais, pessoas que ao contrário de 90% da população, acreditam no ser humano, acreditam na mudança.
Tenho tido uma "certa paz", mas posso também adiantar que logo minha vida tomará o rumo da rotina do ano passado, e tudo voltará a caminhar como no início de novembro até o meio de dezembro do ano passado.
Outra contradição. Que coisa, acho que estou mais confusa que num sei o que, mas sabe que estou tranqüila assim mesmo...
Que venham os nós, as bombas, os ataques, as perdas, os ganhos, as alegrias, os sorrisos.
Que venha 2006!
E como diria o Tato: "(ma)inha, 2006 num vem até a gente, nós é que caminhamos até ele"
Então, estou caminhando por 2006, de cabeça erguida, e o melhor de tudo, sem sofrer por antecipação!
Tem muita coisa prá mudar, mas pouco a se fazer.
Tá complicado e eu estou completamente perdida e o mais engraçado, tenho tido medo de pensar em quaqluer coisa e por esse motivo, tenho anulado qualquer pensamento, estou bloqueando qualquer coisa que tente entrar na minha cabeça se eu sei que vai me perturbar.
Uia, logo eu conseguirei dominar meus pensamentos também...
Ano passado conheci uma menina muitissimo especial, uma menina lua, que me apresentou a um lugar com pessoas também muito especiais, pessoas que ao contrário de 90% da população, acreditam no ser humano, acreditam na mudança.
Tenho tido uma "certa paz", mas posso também adiantar que logo minha vida tomará o rumo da rotina do ano passado, e tudo voltará a caminhar como no início de novembro até o meio de dezembro do ano passado.
Outra contradição. Que coisa, acho que estou mais confusa que num sei o que, mas sabe que estou tranqüila assim mesmo...
Que venham os nós, as bombas, os ataques, as perdas, os ganhos, as alegrias, os sorrisos.
Que venha 2006!
E como diria o Tato: "(ma)inha, 2006 num vem até a gente, nós é que caminhamos até ele"
Então, estou caminhando por 2006, de cabeça erguida, e o melhor de tudo, sem sofrer por antecipação!
17 dezembro 2005
Regrinhas básicas rumo a felicidade...
Admire a lua...
Sonhe com ela...
Mas não queira trazê-la para a Terra.
Curta o sol...
E deixe-se acariciar por ele...
Mas lembre-se que o seu calor é para todos.
Descubra-se todos os dias...
Deixe-se levar pelas vontades...
Mas não enlouqueça por elas.
Procure, sempre o fim de uma história...
Seja ela qual for.
Abasteça seu coração de fé...
Não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos...
E satisfaça-os.
Procure os seus caminhos...
Mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se...
E Volte atrás...
Peça perdão!
Alague seu coração de esperanças...
Mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar
Volte!
Se perceber que precisa seguir...
Siga!
Se estiver tudo errado...
Comece novamente.
Se estiver tudo certo...
Continue.
Se sentir saudades...
Mate-as.
Se perder um amor...
Não se perca!
Se achá-lo...
Segure-o!
Boas Festas!!!
Sonhe com ela...
Mas não queira trazê-la para a Terra.
Curta o sol...
E deixe-se acariciar por ele...
Mas lembre-se que o seu calor é para todos.
Descubra-se todos os dias...
Deixe-se levar pelas vontades...
Mas não enlouqueça por elas.
Procure, sempre o fim de uma história...
Seja ela qual for.
Abasteça seu coração de fé...
Não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos...
E satisfaça-os.
Procure os seus caminhos...
Mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se...
E Volte atrás...
Peça perdão!
Alague seu coração de esperanças...
Mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar
Volte!
Se perceber que precisa seguir...
Siga!
Se estiver tudo errado...
Comece novamente.
Se estiver tudo certo...
Continue.
Se sentir saudades...
Mate-as.
Se perder um amor...
Não se perca!
Se achá-lo...
Segure-o!
Boas Festas!!!
03 dezembro 2005
Uma promessa esquecida...
Quando começou a escurecer, um vento frio e cortante começou a soprar nas encostas. Juntamente com as frias rajadas, vinham nevascas e cortantes cristais de gelo. Já não se via mais o quente sol da tarde e as encostas das montanhas estavam escuras e geladas, na verdade, perigosas.
Perdidas no ruído do vento uivante, duas pequenas vozes se ouviam :
* "P... P... P... Puxa, está realmente frio h... hoje ! "
* "Se ficar mais frio podemos até morrer. Podemos morrer congelados neste mesmo lugar ! "
* Sinto que minhas unhas estão congeladas nos meus pés. Se tivéssemos feito um ninho, à tarde, em vez de brincar o dia todo ... Oh ! está tão f ... frio !!!"
Essas vozes eram de dois passarinhos que, como duas bolas de penugem, aconchegavam-se no galho de uma velha árvore curtida pelo tempo, no alto da cordilheira do Himalaia.
Na altitude em que viviam, a neve dificilmente deixava a terra, mesmo em pleno verão. E durante o dia, quando o sol aparecia, esquentava tão pouco que quase não se percebia. Esse era o problema deles. Eles juravam fazer um ninho para afastar o terrível frio da noite, mas esqueciam as promessas durante o dia e esvoaçavam à procura de comida, cochilavam um pouco e brincavam sob a luz e o calor do sol. Agora, estavam amargamente arrependidos da tolice que fizeram.
* "A ... Acho que v ... vamos morrer desta vez. O f ... frio é demais. Vamos m ... morrer ..."
* "Quando o sol vier, vamos fazer um ninho. Está Bem ? D ... Desta vez não vamos esquecer, p ... pela nossa vida. "
Na realidade, era tão grande o frio naquela noite, que eles não conseguiram nem dormir. Durante a noite toda, choraram e se queixaram, prometendo fazer um ninho logo que o sol nascesse. A noite parecia durar séculos e séculos, enquanto o frio penetrava em seus ossos.
Não faltava muito para darem o último suspiro. Suas vozes enfraqueceram e os corpos caíram, ficando dependurados pelos pés que se congelaram no galho.
* "Oh! ... Estamos ... m ... morrendo ! "
* "Logo ... que ... o ... s ... sol ... ... "
Exatamente quando parecia tarde demais, um raio dourado refletiu-se na face congelada de um penhasco e atingiu uma agulha de gelo dependurada do bico do pássaro macho. O cortante frio deve ter feito seus olhos lacrimejarem e congelado a lágrima antes que pudesse cair.
No começo não se mexeu, mas depois abriu lentamente os olhos para uma última visão neste mundo. Quando avistou o feixe dourado da luz do sol, gritou repentinamente e sacudiu-se para tirar o gelo preso nas penas.
* "É o sol ! Acorde ! É o sol ! ... "
* "É verdade ? Então não vamos morrer ! "
* "Oh ! Como é maravilhoso sentir a vida ! "
Seguramente, o sol subiu aos poucos pelos picos gelados das montanhas e lentamente os dois pássaros começaram a sentir o calor aquecer suas penas congeladas.
* "Ah ! ... O sol está tão bom. Acho que vou dormir um pouco. Não conseguimos dormir a noite inteira. "
* "Mas, ... e o ninho ? Conseguiremos terminá-lo se dormirmos ? "
* "Não se preocupe com isso. Teremos muito tempo depois de dormirmos e comermos um pouco. "
Assim, eles dormiram e comeram, apreciando o calor do dia. Voando pelos céus, o pássaro macho cantava :
"No conforto dos céus, nas minhas asas e canção
Quando se cansar pode sempre repousar
A vida é tão curta e o dia é longo
Quem precisa ter pressa para fazer o ninho ? "
Eles continuaram a brincar por várias horas até perceberem que estava começando a ficar frio. Eles olharam para o sol e perceberam horrorizados que ele estava começando a se pôr no oeste. Perceberam repentinamente que não havia mais tempo para construir o ninho antes
de escurecer. Com olhares preocupados, desceram do céu e pousaram num galho. Depois de uma pausa, o pássaro olhou para a esposa e disse com um sorriso disfarçado :
* "Bem, o sol está baixando e, mesmo que comecemos, não há tempo para terminar o ninho. Vamos aproveitar o resto do sol. "
Assim, eles esbanjaram o resto do dia. Não demorou muito para ficar frio outra vez.
* "P ... P ... P ... Puxa, está realmente frio h ... hoje ... ! "
* "Está ainda mais f ... frio que ontem ! "
* "Se esfriar mais não v ... vamos v ... viver até amanhã. Oh ! ...está tão f ... frio ! "
E assim, caros amigos, os dois pássaros viveram o resto de suas vidas, desperdiçando totalmente os dias e sofrendo durante as noites.
Perdidas no ruído do vento uivante, duas pequenas vozes se ouviam :
* "P... P... P... Puxa, está realmente frio h... hoje ! "
* "Se ficar mais frio podemos até morrer. Podemos morrer congelados neste mesmo lugar ! "
* Sinto que minhas unhas estão congeladas nos meus pés. Se tivéssemos feito um ninho, à tarde, em vez de brincar o dia todo ... Oh ! está tão f ... frio !!!"
Essas vozes eram de dois passarinhos que, como duas bolas de penugem, aconchegavam-se no galho de uma velha árvore curtida pelo tempo, no alto da cordilheira do Himalaia.
Na altitude em que viviam, a neve dificilmente deixava a terra, mesmo em pleno verão. E durante o dia, quando o sol aparecia, esquentava tão pouco que quase não se percebia. Esse era o problema deles. Eles juravam fazer um ninho para afastar o terrível frio da noite, mas esqueciam as promessas durante o dia e esvoaçavam à procura de comida, cochilavam um pouco e brincavam sob a luz e o calor do sol. Agora, estavam amargamente arrependidos da tolice que fizeram.
* "A ... Acho que v ... vamos morrer desta vez. O f ... frio é demais. Vamos m ... morrer ..."
* "Quando o sol vier, vamos fazer um ninho. Está Bem ? D ... Desta vez não vamos esquecer, p ... pela nossa vida. "
Na realidade, era tão grande o frio naquela noite, que eles não conseguiram nem dormir. Durante a noite toda, choraram e se queixaram, prometendo fazer um ninho logo que o sol nascesse. A noite parecia durar séculos e séculos, enquanto o frio penetrava em seus ossos.
Não faltava muito para darem o último suspiro. Suas vozes enfraqueceram e os corpos caíram, ficando dependurados pelos pés que se congelaram no galho.
* "Oh! ... Estamos ... m ... morrendo ! "
* "Logo ... que ... o ... s ... sol ... ... "
Exatamente quando parecia tarde demais, um raio dourado refletiu-se na face congelada de um penhasco e atingiu uma agulha de gelo dependurada do bico do pássaro macho. O cortante frio deve ter feito seus olhos lacrimejarem e congelado a lágrima antes que pudesse cair.
No começo não se mexeu, mas depois abriu lentamente os olhos para uma última visão neste mundo. Quando avistou o feixe dourado da luz do sol, gritou repentinamente e sacudiu-se para tirar o gelo preso nas penas.
* "É o sol ! Acorde ! É o sol ! ... "
* "É verdade ? Então não vamos morrer ! "
* "Oh ! Como é maravilhoso sentir a vida ! "
Seguramente, o sol subiu aos poucos pelos picos gelados das montanhas e lentamente os dois pássaros começaram a sentir o calor aquecer suas penas congeladas.
* "Ah ! ... O sol está tão bom. Acho que vou dormir um pouco. Não conseguimos dormir a noite inteira. "
* "Mas, ... e o ninho ? Conseguiremos terminá-lo se dormirmos ? "
* "Não se preocupe com isso. Teremos muito tempo depois de dormirmos e comermos um pouco. "
Assim, eles dormiram e comeram, apreciando o calor do dia. Voando pelos céus, o pássaro macho cantava :
"No conforto dos céus, nas minhas asas e canção
Quando se cansar pode sempre repousar
A vida é tão curta e o dia é longo
Quem precisa ter pressa para fazer o ninho ? "
Eles continuaram a brincar por várias horas até perceberem que estava começando a ficar frio. Eles olharam para o sol e perceberam horrorizados que ele estava começando a se pôr no oeste. Perceberam repentinamente que não havia mais tempo para construir o ninho antes
de escurecer. Com olhares preocupados, desceram do céu e pousaram num galho. Depois de uma pausa, o pássaro olhou para a esposa e disse com um sorriso disfarçado :
* "Bem, o sol está baixando e, mesmo que comecemos, não há tempo para terminar o ninho. Vamos aproveitar o resto do sol. "
Assim, eles esbanjaram o resto do dia. Não demorou muito para ficar frio outra vez.
* "P ... P ... P ... Puxa, está realmente frio h ... hoje ... ! "
* "Está ainda mais f ... frio que ontem ! "
* "Se esfriar mais não v ... vamos v ... viver até amanhã. Oh ! ...está tão f ... frio ! "
E assim, caros amigos, os dois pássaros viveram o resto de suas vidas, desperdiçando totalmente os dias e sofrendo durante as noites.
18 novembro 2005
A Conquista e os Obstáculos
Toda conquista valiosa normalmente só é alcançada depois de ultrapassarmos obstáculos e barreiras em nosso caminho.
A maneira de lidarmos com esses problemas determinará o nosso sucesso ou fracasso. Há quatro maneiras típicas de lidar com problemas; duas delas levam ao fracasso certo; uma delas torna o sucesso mais difícil, mas ainda possível, e a última, ao sucesso definitivo.
A primeira maneira de reagir a um obstáculo é permitir que ele nos faça retroceder. Esse caminho conduz ao fracasso e revela falta de coragem e determinação, o que é necessário para o sucesso de qualquer empreendimento.
A segunda maneira é deixar que o obstáculo nos detenha. Pode ser que não fujamos ou retrocedamos, mas também não avançamos. Se permitirmos que os obstáculos nos detenham, estamos perpetuamente derrotados e frustrados, mesmo que continuemos agarrados aos nossos sonhos.
A terceira maneira de lidarmos com um obstáculo com que nos deparamos exige uma mudança de planos, desde que esta seja a melhor opção. Uma simples mudança de planos ainda pode permitir que prossigamos até o sucesso final, mas se deixarmos que os obstáculos mudem o nosso percurso facilmente, as possibilidades de sucesso ficarão muito reduzidas. Saber quando mudar o nosso plano requer muita sabedoria. Às vezes, para alcançarmos o sucesso, devemos deixar a sabedoria prevalecer sobre a coragem e a determinação. A determinação e a coragem são essenciais, mas devem ser controladas pela inteligência.
A quarta maneira de lidarmos com um obstáculo é superá-lo, tirando-o do nosso caminho em vez de permitir que ele nos tire do caminho.
Esta é em geral a melhor maneira de lidar com um problema, e por isso deve ser nossa primeira abordagem. Mas geralmente o ser humano a usa por último. Uma pena...
A maneira de lidarmos com esses problemas determinará o nosso sucesso ou fracasso. Há quatro maneiras típicas de lidar com problemas; duas delas levam ao fracasso certo; uma delas torna o sucesso mais difícil, mas ainda possível, e a última, ao sucesso definitivo.
A primeira maneira de reagir a um obstáculo é permitir que ele nos faça retroceder. Esse caminho conduz ao fracasso e revela falta de coragem e determinação, o que é necessário para o sucesso de qualquer empreendimento.
A segunda maneira é deixar que o obstáculo nos detenha. Pode ser que não fujamos ou retrocedamos, mas também não avançamos. Se permitirmos que os obstáculos nos detenham, estamos perpetuamente derrotados e frustrados, mesmo que continuemos agarrados aos nossos sonhos.
A terceira maneira de lidarmos com um obstáculo com que nos deparamos exige uma mudança de planos, desde que esta seja a melhor opção. Uma simples mudança de planos ainda pode permitir que prossigamos até o sucesso final, mas se deixarmos que os obstáculos mudem o nosso percurso facilmente, as possibilidades de sucesso ficarão muito reduzidas. Saber quando mudar o nosso plano requer muita sabedoria. Às vezes, para alcançarmos o sucesso, devemos deixar a sabedoria prevalecer sobre a coragem e a determinação. A determinação e a coragem são essenciais, mas devem ser controladas pela inteligência.
A quarta maneira de lidarmos com um obstáculo é superá-lo, tirando-o do nosso caminho em vez de permitir que ele nos tire do caminho.
Esta é em geral a melhor maneira de lidar com um problema, e por isso deve ser nossa primeira abordagem. Mas geralmente o ser humano a usa por último. Uma pena...
16 novembro 2005
Conversa de criança...
Rosana que me contou essa:
Quando eu era criança, entre meus cinco e seis anos, lembro que quando meu pai falava em praia, eu pensava...
A praia é no céu, pois é azul e tem ondas de nuvens, e quando vamos prá lá, tem uma subida enorme.
Rssssssss, ótima comparação.
Crianças...
"É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas." (Antoine de Saint-Exupéry)
Quando eu era criança, entre meus cinco e seis anos, lembro que quando meu pai falava em praia, eu pensava...
A praia é no céu, pois é azul e tem ondas de nuvens, e quando vamos prá lá, tem uma subida enorme.
Rssssssss, ótima comparação.
Crianças...
"É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas." (Antoine de Saint-Exupéry)
09 novembro 2005
Quem é vivo... ops... Viva!!!
Isso sim que é mudança de verdade...
E o resultado do Beta HCG foi:
Oi...
Eu estava realmente precisando descansar das últimas descobertas, fiquei alguns dias (poucos, mas valiosos) fora da vida que eu levo aqui em SP, longe dessa única cidade no estado onde todos os paulistanos pegam aviões para ir ao exterior, e que mesmo assim insistem em chamar de fim de mundo +_+.
Enfim, fiquei alguns dias fora da minha vida habitual, vendo coisas novas e conhecendo pessoas cultas, inteligentes e educadas.
Fiquei longe de internet, longe do msn, orkut, blog, caixas de e-mail e descobri que muitas coisas daqui realmente não valem mais a pena. Como por exemplo, fazer da internet um tipo de suicídio em doses homeopáticas (era o que eu fazia) e continuar com essa vida na frente de um monitor e de um teclado não está sendo mais tão empolgante quanto parecia no começo de tudo, a pelo menos seis anos atrás.
Pelo menos as pessoas com as quais eu me importo e as que se importam comigo de verdade têm outras formas de contato comigo, depois de seis anos decidi assassinar a 'gata malcriada', e todos os seus derivados e variações do mundo cibernético.
Algumas poucas coisas valeram a pena nesse mundo, dentre elas o blog que manterei apenas por gostar realmente de escrever (não mais sobre minha vida, mas sobre a vida do homem, do ser humano e toda sua arte de fingir e se esconder atrás de seus medos).
Esses dias em que permaneci longe, ao voltar notei no orkut algumas coisas às quais fazia 'vista grossa' vários recados automáticos (spam's) de pessoas que só se importam em ver o seu próprio número de scraps aumentando com agradecimentos das mensagens automáticas.
Sinceramente???
Prefiro um simples: "oi, estou com saudades" ou "tudo bom com vc?" e até mesmo os "bons dias e boas noites" simples mas sinceros. E é assim que sei quem realmente tem respeito e consideração comigo.
Tenho lido alguns livros, dentre eles "Fênix - do Daniel Carvalho Luz (autor do famoso Insight)" e "A carícia essêncial - de Roberto Shinyashiki".
Tenho ouvido músicas que não fazem parte do meu cotidiano em SP.
Entre esses dias fora, voltei a SP dia 02/11 para ir até o Jd. da Represa (SBC) fazer uma visita a uma tia enferma (cancêr - estômago e garganta) e com o aumento na fragilidade da mesma, irei voltar com freqüencia até S. Bernardo, visto que os filhos trabalham durante a semana e como todos são de natureza humilde, não podem pagar uma enfermeira para tratar dela em casa.
Apesar de hoje não me sentir confortável na cidade em que nasci, topei um tour com meu primo e conheci toda a região e bairros vizinhos.
A tarde depois de muita despedida calorosa por parte dos meus queridos, peguei a estrada com meu pai novamente, mas dessa vez, fiz um caminho diferente, convenci meu pai a dar-me a direção do carro e descemos pela imigrantes até a rio-santos e vim margeando as paisagens.
Já haviam me contado da beleza do caminho, porém, como ando meio incrédula fiz questão de verificar pessoalmente. E realmente, é uma belezinha de paisagem, vale a pena conferir.
Bom, mudando de assunto, aqui em SP surgiram duas oportunidades de trabalho e no litoral, surgiram três, menos favoráveis financeiramente falando, porém, quem mesmo precisa de muito dinheiro para ser feliz? Prá mim, morar perto do mar e junto a muita natureza já virou um projeto (projeto mesmo, não enganação, ilusão ou fantasia).
Além disso, trabalharei até janeiro apenas, assim terei dinheiro suficiente para sobreviver até junho de 2006.
Sobre coisas que vi:
Sem o DVD, o vídeo e meu rádio portátil, tenho ouvido músicas no computador e assistido (pasmém!!!) novelas! Ridículo eu admito, ainda mais vindo de mim... Mas,
Não chamem o psiquiatra ainda!
Meu pai se irritou comigo por eu criticar cada cena do último capítulo da novela das 20:00hs (que começa às 21:00hs) da Globo. E pediu solenemente:
-Cala a boca (???), minha filha...
Vi várias cenas que só em novelas mesmo, acabei reforçando minha tese do ódio à tv aberta.
Sobre o que tenho sentindo:
Descobri que sou uma pessoa extremamente educada e tranqüila (e controlada, rsssssss) e dia 03/11 retribui um favor que me prestaram no meu aniversário (boa etiqueta é tudo!!!).
Me vi fazendo coisas que normalmente não faço (e quando digo que 'normalmente não faço' é porque não faço nunca):
-A primeira - esfregar panelas da pia até que elas virem espelhos (minhas unhas sofreram um bocado).
-A segunda - me peguei uma noite comendo pão dourado na frigideira com margarina e calda de sorvete sabor morango (estava incrível e ridículamente delicioso o negócio).
-A terceira - Cara! Eu soltei veneno, rssssssssssssss, fiz um comentário maldoso e gratuito sobre uma "persona non grata", sobre um desafeto, com um amigo (Agora sim, chamem o psiquiatra que é caso de perda total, rssssssss).
O que tenho ouvido:
Muita MPB. muito forró universitário, muito reggae, durante o dia. Muito black e muita música baiana durante a noite. E descobri um grupo de adolescentes chamado Huckapoo, amei a primeira vista... digo, a primeira ouvida... no final tem a letra da música (que é desse grupo) que tá tocando agora de fundo.
Existem dias ou tardes na beira da praia em que fui importunada por duas ou três vezes pelo menos. A resposta era como um botãozinho ligado no automático: "vim curtir o mar, obrigada..." Calma, tranqüila e serena...
Por um aldo foi um bom sinal, me enche de vaidade afinal, a quase um mês atrás eu me sentia um lixo, gorda, horrível, enfim, a pior das mulheres, e agora (como diria o Dico) "essa loirinha tá podendo, gente!!!" rssssssssssssss.
Ahhhhhhhh, amenidades e coisas supérfluas:
Não posso mais clarear as madeixas por tempo indeterminado (hein?), essa loirinha que vos escreve vai deixar o cabelo da cor natural (socorro!!! ruiva...), mas é por uma causa politicamente correta...
Amenidades II:
Óbvio que meus planos de virada de ano foram por água abaixo no último mês, porém tratei logo de convidar pessoas legais para vir me fazer companhia e agora estou parecendo uma criança esperando a vinda de papai noel no natal, esperando pelo ano novo; "menino do rio, calor que provoca arrepio..."
Alguém avisa essa blogueira prá ela parar de escrever?! rssssssssss...
É despedida dos meus feitos, pelo menos por um tempo. A partir do próximo capítulo.... ahnnnnn, post, não falarei mais de minha vida. Mas de máscaras (ah! por isso que eu abuso de linhas!!!). Só que mais doido ainda quem veio aqui e leu tudo isso até agora só prá ver a resposta do meu teste de gravidez... Bom: deu &*#%tivo...
Ahhhhhhhhhhhhhhh... Quem tiver interesse em saber, me pergunte né...
Beijos...
Huckapoo
I Should Have Said That I Love You
I can't believe that you're gone.
You're the only thing I need in my life.
Now I'm finding it hard just to sleep at night.
Since you told me, you won't stay by my side.
Why did I let you turn and walk out that door?
I know why you're saying goodbye.
Baby, I should have said I love you.
I should have said that I do love you too.
Boy you know I was scared
To say that I cared
But I know I do,
I should have said I love you
I still feel your kiss on my lips,
I remember the sweet look in your eyes,
When you whispered the words,
Baby, I love you
You know you froze me,
I was hit by surprise
Why did I let you turn and walk out that door?
I know I'm not afraid anymore.
Baby, I should have said I love you.
I should have said that I do love you too.
Boy you know
I wasscared (Boy you know I was scared)
To say that I cared But I know I do,
I should have said I love you Baby,
I should have said I love you.
I should have said that I do love you too.
Boy you know
I wasscared (Boy you know I was scared)
To say that I cared But I know I do,
I should have said I love you
I should have said I love you. (I love you)
I should have said that I do love you too.
(Boy you know) Boy youknow I was scared (Boy you know I was scared)
To say that I cared But I know I do,
I should have said I love you.
E o resultado do Beta HCG foi:
Oi...
Eu estava realmente precisando descansar das últimas descobertas, fiquei alguns dias (poucos, mas valiosos) fora da vida que eu levo aqui em SP, longe dessa única cidade no estado onde todos os paulistanos pegam aviões para ir ao exterior, e que mesmo assim insistem em chamar de fim de mundo +_+.
Enfim, fiquei alguns dias fora da minha vida habitual, vendo coisas novas e conhecendo pessoas cultas, inteligentes e educadas.
Fiquei longe de internet, longe do msn, orkut, blog, caixas de e-mail e descobri que muitas coisas daqui realmente não valem mais a pena. Como por exemplo, fazer da internet um tipo de suicídio em doses homeopáticas (era o que eu fazia) e continuar com essa vida na frente de um monitor e de um teclado não está sendo mais tão empolgante quanto parecia no começo de tudo, a pelo menos seis anos atrás.
Pelo menos as pessoas com as quais eu me importo e as que se importam comigo de verdade têm outras formas de contato comigo, depois de seis anos decidi assassinar a 'gata malcriada', e todos os seus derivados e variações do mundo cibernético.
Algumas poucas coisas valeram a pena nesse mundo, dentre elas o blog que manterei apenas por gostar realmente de escrever (não mais sobre minha vida, mas sobre a vida do homem, do ser humano e toda sua arte de fingir e se esconder atrás de seus medos).
Esses dias em que permaneci longe, ao voltar notei no orkut algumas coisas às quais fazia 'vista grossa' vários recados automáticos (spam's) de pessoas que só se importam em ver o seu próprio número de scraps aumentando com agradecimentos das mensagens automáticas.
Sinceramente???
Prefiro um simples: "oi, estou com saudades" ou "tudo bom com vc?" e até mesmo os "bons dias e boas noites" simples mas sinceros. E é assim que sei quem realmente tem respeito e consideração comigo.
Tenho lido alguns livros, dentre eles "Fênix - do Daniel Carvalho Luz (autor do famoso Insight)" e "A carícia essêncial - de Roberto Shinyashiki".
Tenho ouvido músicas que não fazem parte do meu cotidiano em SP.
Entre esses dias fora, voltei a SP dia 02/11 para ir até o Jd. da Represa (SBC) fazer uma visita a uma tia enferma (cancêr - estômago e garganta) e com o aumento na fragilidade da mesma, irei voltar com freqüencia até S. Bernardo, visto que os filhos trabalham durante a semana e como todos são de natureza humilde, não podem pagar uma enfermeira para tratar dela em casa.
Apesar de hoje não me sentir confortável na cidade em que nasci, topei um tour com meu primo e conheci toda a região e bairros vizinhos.
A tarde depois de muita despedida calorosa por parte dos meus queridos, peguei a estrada com meu pai novamente, mas dessa vez, fiz um caminho diferente, convenci meu pai a dar-me a direção do carro e descemos pela imigrantes até a rio-santos e vim margeando as paisagens.
Já haviam me contado da beleza do caminho, porém, como ando meio incrédula fiz questão de verificar pessoalmente. E realmente, é uma belezinha de paisagem, vale a pena conferir.
Bom, mudando de assunto, aqui em SP surgiram duas oportunidades de trabalho e no litoral, surgiram três, menos favoráveis financeiramente falando, porém, quem mesmo precisa de muito dinheiro para ser feliz? Prá mim, morar perto do mar e junto a muita natureza já virou um projeto (projeto mesmo, não enganação, ilusão ou fantasia).
Além disso, trabalharei até janeiro apenas, assim terei dinheiro suficiente para sobreviver até junho de 2006.
Sobre coisas que vi:
Sem o DVD, o vídeo e meu rádio portátil, tenho ouvido músicas no computador e assistido (pasmém!!!) novelas! Ridículo eu admito, ainda mais vindo de mim... Mas,
Não chamem o psiquiatra ainda!
Meu pai se irritou comigo por eu criticar cada cena do último capítulo da novela das 20:00hs (que começa às 21:00hs) da Globo. E pediu solenemente:
-Cala a boca (???), minha filha...
Vi várias cenas que só em novelas mesmo, acabei reforçando minha tese do ódio à tv aberta.
Sobre o que tenho sentindo:
Descobri que sou uma pessoa extremamente educada e tranqüila (e controlada, rsssssss) e dia 03/11 retribui um favor que me prestaram no meu aniversário (boa etiqueta é tudo!!!).
Me vi fazendo coisas que normalmente não faço (e quando digo que 'normalmente não faço' é porque não faço nunca):
-A primeira - esfregar panelas da pia até que elas virem espelhos (minhas unhas sofreram um bocado).
-A segunda - me peguei uma noite comendo pão dourado na frigideira com margarina e calda de sorvete sabor morango (estava incrível e ridículamente delicioso o negócio).
-A terceira - Cara! Eu soltei veneno, rssssssssssssss, fiz um comentário maldoso e gratuito sobre uma "persona non grata", sobre um desafeto, com um amigo (Agora sim, chamem o psiquiatra que é caso de perda total, rssssssss).
O que tenho ouvido:
Muita MPB. muito forró universitário, muito reggae, durante o dia. Muito black e muita música baiana durante a noite. E descobri um grupo de adolescentes chamado Huckapoo, amei a primeira vista... digo, a primeira ouvida... no final tem a letra da música (que é desse grupo) que tá tocando agora de fundo.
Existem dias ou tardes na beira da praia em que fui importunada por duas ou três vezes pelo menos. A resposta era como um botãozinho ligado no automático: "vim curtir o mar, obrigada..." Calma, tranqüila e serena...
Por um aldo foi um bom sinal, me enche de vaidade afinal, a quase um mês atrás eu me sentia um lixo, gorda, horrível, enfim, a pior das mulheres, e agora (como diria o Dico) "essa loirinha tá podendo, gente!!!" rssssssssssssss.
Ahhhhhhhh, amenidades e coisas supérfluas:
Não posso mais clarear as madeixas por tempo indeterminado (hein?), essa loirinha que vos escreve vai deixar o cabelo da cor natural (socorro!!! ruiva...), mas é por uma causa politicamente correta...
Amenidades II:
Óbvio que meus planos de virada de ano foram por água abaixo no último mês, porém tratei logo de convidar pessoas legais para vir me fazer companhia e agora estou parecendo uma criança esperando a vinda de papai noel no natal, esperando pelo ano novo; "menino do rio, calor que provoca arrepio..."
Alguém avisa essa blogueira prá ela parar de escrever?! rssssssssss...
É despedida dos meus feitos, pelo menos por um tempo. A partir do próximo capítulo.... ahnnnnn, post, não falarei mais de minha vida. Mas de máscaras (ah! por isso que eu abuso de linhas!!!). Só que mais doido ainda quem veio aqui e leu tudo isso até agora só prá ver a resposta do meu teste de gravidez... Bom: deu &*#%tivo...
Ahhhhhhhhhhhhhhh... Quem tiver interesse em saber, me pergunte né...
Beijos...
Huckapoo
I Should Have Said That I Love You
I can't believe that you're gone.
You're the only thing I need in my life.
Now I'm finding it hard just to sleep at night.
Since you told me, you won't stay by my side.
Why did I let you turn and walk out that door?
I know why you're saying goodbye.
Baby, I should have said I love you.
I should have said that I do love you too.
Boy you know I was scared
To say that I cared
But I know I do,
I should have said I love you
I still feel your kiss on my lips,
I remember the sweet look in your eyes,
When you whispered the words,
Baby, I love you
You know you froze me,
I was hit by surprise
Why did I let you turn and walk out that door?
I know I'm not afraid anymore.
Baby, I should have said I love you.
I should have said that I do love you too.
Boy you know
I wasscared (Boy you know I was scared)
To say that I cared But I know I do,
I should have said I love you Baby,
I should have said I love you.
I should have said that I do love you too.
Boy you know
I wasscared (Boy you know I was scared)
To say that I cared But I know I do,
I should have said I love you
I should have said I love you. (I love you)
I should have said that I do love you too.
(Boy you know) Boy youknow I was scared (Boy you know I was scared)
To say that I cared But I know I do,
I should have said I love you.
26 outubro 2005
Pouca coisa, muito barulho...
Como eu poderia dizer, ou melhor, descrever como me sinto hoje...
Eu decidi viver... Fiz essa escolha em janeiro desse ano qdo o médico me disse que "tinha" um sério problema de saúde. Fiz essa escolha e escondi de todos da minha família, dos "amigos" que convivem comigo... Posso dizer que passei essa fase sozinha e consegui superar e vencer até certo ponto o meu problema de saúde.
Novamente me vejo numa situação parecida.
E novamente optei pela vida, sei que só terei uma resposta 100% depois do feriado que é quando eu volto de viagem, mas acredito que duas caixinhas diferentes de farmácia que me disseram sim e meus sintomas já são mais que suficientes para eu saber; e pelo menos enquanto der, vou novamente contar apenas com as pessoas "virtu-reais", até pq logo será visível toda mudança que acontecerá, depois disso, não sei bem que rumo tomar... Mas uma coisa é certa, eu novamente optei pela vida, não me importo com o que venham a pensar ou me falar.
Essa vida, já é amada e não sei se terei outra oportunidade...
Só tenho uma dúvida....
Isabela ou Maitê?
Murilo ou Júlio?
Rsssssss...
Té mais
Eu decidi viver... Fiz essa escolha em janeiro desse ano qdo o médico me disse que "tinha" um sério problema de saúde. Fiz essa escolha e escondi de todos da minha família, dos "amigos" que convivem comigo... Posso dizer que passei essa fase sozinha e consegui superar e vencer até certo ponto o meu problema de saúde.
Novamente me vejo numa situação parecida.
E novamente optei pela vida, sei que só terei uma resposta 100% depois do feriado que é quando eu volto de viagem, mas acredito que duas caixinhas diferentes de farmácia que me disseram sim e meus sintomas já são mais que suficientes para eu saber; e pelo menos enquanto der, vou novamente contar apenas com as pessoas "virtu-reais", até pq logo será visível toda mudança que acontecerá, depois disso, não sei bem que rumo tomar... Mas uma coisa é certa, eu novamente optei pela vida, não me importo com o que venham a pensar ou me falar.
Essa vida, já é amada e não sei se terei outra oportunidade...
Só tenho uma dúvida....
Isabela ou Maitê?
Murilo ou Júlio?
Rsssssss...
Té mais
12 outubro 2005
...
Sabe quando vc sente que uma pessoa foi falsa com vc a ponto de te fazer sentir pela primeira vez que se arrependeu de algo que fez???
Pois é, eu cai na ladainha de uma dessas pessoas, e vim aqui prá mostrar toda minha raiva com relação a essa pessoa que por mim, nem precisa se defender...
Não apareça...
Não deixe comentário...
Vc não será uma pessoa bem vinda aqui.... "persona non grata" vc sabe o que é isso né????
Ok, obrigada por fazer eu acreditar um dia que eu era especial, hoje eu me sinto a mais burra e palhaça das mulheres da face da terra e a culpa é sua..
Não, não, a culpa é minha pq acreditei em cada palavra q vc disse.
No último post eu escrevi algo sobre passar do amor ao ódio em segundos, bem, acho que esse é um dos casos... Só que resolvi não ficar calada.
Ahhhhhhh...
Outro recado: dessa vez estou fazendo as coisas certas...
Esse é o último post.
Não tem mais noticias minhas, meu bem...
Fui...
Ela----> estapeando a própria cara: "como vc é burra, palhaça, burra, burra, burra, foi cair pela segunda vez na mesma conversa mole... digno de uma MAGDA mesmo..."
P.S.: por favor, defina a palavra falsidade.
Obrigada
Pois é, eu cai na ladainha de uma dessas pessoas, e vim aqui prá mostrar toda minha raiva com relação a essa pessoa que por mim, nem precisa se defender...
Não apareça...
Não deixe comentário...
Vc não será uma pessoa bem vinda aqui.... "persona non grata" vc sabe o que é isso né????
Ok, obrigada por fazer eu acreditar um dia que eu era especial, hoje eu me sinto a mais burra e palhaça das mulheres da face da terra e a culpa é sua..
Não, não, a culpa é minha pq acreditei em cada palavra q vc disse.
No último post eu escrevi algo sobre passar do amor ao ódio em segundos, bem, acho que esse é um dos casos... Só que resolvi não ficar calada.
Ahhhhhhh...
Outro recado: dessa vez estou fazendo as coisas certas...
Esse é o último post.
Não tem mais noticias minhas, meu bem...
Fui...
Ela----> estapeando a própria cara: "como vc é burra, palhaça, burra, burra, burra, foi cair pela segunda vez na mesma conversa mole... digno de uma MAGDA mesmo..."
P.S.: por favor, defina a palavra falsidade.
Obrigada
07 outubro 2005
Sem Título
Passei a noite inteira acordada, hora pensando, hora chorando; deve ser a maldita TPM. Eu havia escrito um jornal completo que, devido às circunstâncias atuais, vai sair do rascunho do blog direto para a lixeira, pois decidi não ser mais uma pessoa egoísta.
Óbvio que os últimos acontecimentos tanto no meu “convívio familiar” como em outras áreas têm sido bem fora do comum, mas depois eu trago isso a tona, com os detalhes que o assunto merece ser tratado.
Tem chovido muito nos últimos dias e eu tenho ficado trancada muito tempo em casa.
Fico sentada no sofá da sala, ou em minha cama no quarto, com a Nina deitada em meu colo e com o caderno aberto, o tempo todo, tentando colocar em palavras tudo o que eu tenho sentido, pensado e vivido.
Sinto as palavras faltarem quando penso nas pessoas que por mais que estejam certas em não se dar por inteiro, ficam com um muro em torno de si, deixando um vazio que nem os compromissos sociais, nem o trabalho, nem o estudo e nem o lazer preenchem.
E mais uma vez eu consegui um bloqueio, tenho evitado escrever, só pode ser isso, um bloqueio. Pois eu faço pelo menos cinco xícaras de chá (virei fanática por hortelã), ligo a TV, desligo, ligo o micro sistem, e não tenho paciência pra ficar parada, vendo a vida passar por entre minhas mãos. Já estou a seis dias sem me alimentar direito, uma fruta ou um copo de suco são capazes de me manter em pé o dia todo, e já começo a sentir os efeitos que o Codaten exerce sobre meu corpo e minha mente, o que faz com que as idéias já não fiquem tão claras.
E sobre o que eu falava mesmo? Estou meio fora do ar e acabei mudando o rumo da prosa.
Mais acima eu falava de pessoas que repreendem e sufocam os próprios sentimentos. De doação. De medo. De... Nem sei mais de que...
Sou um exemplo forte, desse tipo de pessoa, e reconheço isso.
Sou uma pessoa rancorosa, capaz de alimentar vinganças e de passar do amor ao ódio em questão de segundos, e manter-me calada sobre sentimentos por meses a fio.
Só que tem algo que é mais forte que eu e que tem conseguido me rasgar por dentro.
A falta de emprego e o tempo ocioso fazem com que eu me torne mais vulnerável, com que eu sinta medo das pessoas.
Sim medo, pois ao contrário de pessoas que vivem rodeadas de gente e quase nunca tem problemas com elas, eu já fui alvo diversas vezes e já sofri horrores por causa de pessoas que julguei serem de confiança.
Decididamente esse post já está longo demais e eu tenho que parar de falar tanta coisa sem sentido e ser mais objetiva.
É isso... por enquanto...
Óbvio que os últimos acontecimentos tanto no meu “convívio familiar” como em outras áreas têm sido bem fora do comum, mas depois eu trago isso a tona, com os detalhes que o assunto merece ser tratado.
Tem chovido muito nos últimos dias e eu tenho ficado trancada muito tempo em casa.
Fico sentada no sofá da sala, ou em minha cama no quarto, com a Nina deitada em meu colo e com o caderno aberto, o tempo todo, tentando colocar em palavras tudo o que eu tenho sentido, pensado e vivido.
Sinto as palavras faltarem quando penso nas pessoas que por mais que estejam certas em não se dar por inteiro, ficam com um muro em torno de si, deixando um vazio que nem os compromissos sociais, nem o trabalho, nem o estudo e nem o lazer preenchem.
E mais uma vez eu consegui um bloqueio, tenho evitado escrever, só pode ser isso, um bloqueio. Pois eu faço pelo menos cinco xícaras de chá (virei fanática por hortelã), ligo a TV, desligo, ligo o micro sistem, e não tenho paciência pra ficar parada, vendo a vida passar por entre minhas mãos. Já estou a seis dias sem me alimentar direito, uma fruta ou um copo de suco são capazes de me manter em pé o dia todo, e já começo a sentir os efeitos que o Codaten exerce sobre meu corpo e minha mente, o que faz com que as idéias já não fiquem tão claras.
E sobre o que eu falava mesmo? Estou meio fora do ar e acabei mudando o rumo da prosa.
Mais acima eu falava de pessoas que repreendem e sufocam os próprios sentimentos. De doação. De medo. De... Nem sei mais de que...
Sou um exemplo forte, desse tipo de pessoa, e reconheço isso.
Sou uma pessoa rancorosa, capaz de alimentar vinganças e de passar do amor ao ódio em questão de segundos, e manter-me calada sobre sentimentos por meses a fio.
Só que tem algo que é mais forte que eu e que tem conseguido me rasgar por dentro.
A falta de emprego e o tempo ocioso fazem com que eu me torne mais vulnerável, com que eu sinta medo das pessoas.
Sim medo, pois ao contrário de pessoas que vivem rodeadas de gente e quase nunca tem problemas com elas, eu já fui alvo diversas vezes e já sofri horrores por causa de pessoas que julguei serem de confiança.
Decididamente esse post já está longo demais e eu tenho que parar de falar tanta coisa sem sentido e ser mais objetiva.
É isso... por enquanto...
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